IIª Canção

Aqui estou mais uma vez para compartilhar com quem quiser ouvir mais uma desventura minha atrás daquela que vive em minha cabeça… Augustine…

Depois de me decidir percorer todas as trilhas imaginaveis e inimaginaveis deste mundo atrás daquela que amo, precisei decidir o que levaria comigo… Percorri todo o interior do meu minusculo aposento a procura de algo de importante que fosse indispensavel levar comigo… a surpresa foi… não havia nada… nada além do meu violão e do meu caderno… não haviam lembranças, não havia uma roupa especial, não havia um objeto de suma importancia… havia somente o essencial… nada que desse real sentido a alguma coisa… era uma vida onde ninguem se importava com este bardo… ele poderia nunca mais acordar e ninguem notaria a diferença…

Assim que deparei-me com minha porta, reparei que havia algo que a muito estava esquecido em minha mente… cravado na parte de trás da porta havia uma palheta… palheta essa de meu primeiro violão… este bardo se emociona até hoje quando ainda um menino foi acolhido por musicos e ensinado na arte da canção… por muitos e muitos anos sem ver outras pessoas… até “estar pronto”. Por esta ser uma época forte na vida deste bardo… levei a palheta comigo…

Quando sai de minha cidade contei apenas comigo mesmo para arrumar alimento e abrigo, até encontrar um casal muito bondoso que me acolheu por duas noites… eles se chamavam Titus e Yudishira, casal de senhores de idade já avantajada… me acolheram e me contaram que embora sejam de paises longinquos (Titus veio de Roma, Yudishira veio da India) o sentimento dos dois de alguma maneira os uniu… que mesmo sem ter certeza do por que, mesmo sem ter certeza de sua lucidez foram em busca de seus sonhos e descobriram um ao outro… Titus me contou que certa vez estava a procura de sua amada e atravessou 7 paises em um mês, correu risco de morte, adoeceu, pensou em desistir, mas persistiu… quando chegou em seu destino, decobriu que havia sido uma caminhada sem motivo, pois sua amada não estava lá… mas que mesmo assim, só a possibilidade de encontrar sua amada… só aquela sensação era suficiente para ele continuar em sua jornada…

Este bardo saiu da casa daqueles senhores com renovada energia e empolgação… seguindo sempre ao norte como seu coração mandava.. pois se aquele casal estivesse falando a verdade, ele não seria o único a viver aquilo… e se mais pessoas pudessem amar deste jeito… haveria razão para a vida…

Tudo estava indo muito bem… bem demais até…. mas não pensem que as histórias deste bardo sempre serão assim… belas… mas não será hoje que contarei sobre o dia em que só enxerguei escuridão (ou seriam dias….) Permaneçam em fé nobres companheiros de viagem…

6 respostas para IIª Canção

  1. Aline Leal disse:

    Isso está ficando realmente interessante :B

  2. Amanda disse:

    Thiago, sua escrita me encanta. E sim, está ficando realmente interessante. *-*

  3. Night Hunter disse:

    meu caro companheiro de cruzadas, poderia lhe dizer várias coisas, mas neste momento vc disfruta de um sentimento qu é diferenta p/ kada guerreiro, o amor, mas vale a dica, nunk desista do q vc sonha, naum se lembra quando nós, sozinhos contra um exército de monstros, fomo capazes de derrotá-los, graças ao nosso dom de nunk desistir, e enxergar luz onde os outros apenas enxergavam treveas e morte, pois bem se isso vale na guerra, entaum também vale no amor.

  4. Dudu Suarez disse:

    Gostei cara!
    Fiquei interessado no futuro dessa estória. Vou correr pra 3ª parte da canção rs.

    Desculpe a demora em comentar, mas eu estava sem internet em casa :S
    mas agora consegui =D

    abração e feliz 2010 pra você!

  5. Duas palavras pra você: Romântico Incurável. ;)

Deixe uma resposta

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

You are commenting using your Twitter account. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

You are commenting using your Facebook account. Sair / Alterar )

Connecting to %s